sábado, 27 de fevereiro de 2010

O ABENÇOADO DA MAMÃE

Tenho 3 filhos, o Lucas (13 anos), Joás (4 anos) e Lídia(10 meses). No momento o filho que dá mais trabalho é o Joás e ele ficou assim depois que nasceu a Lídia, minha filha caçula.
Todos os sábados,vou a igreja Adventista do 7º dia na cidade onde moro.As vezes,é muito difícil discipliná-lo, porque meu marido é oficial na minha igreja onde freqüento, ou seja, tem cargo na igreja. E quando ele vai  pra frente eu fico sozinha cuidando dos dois. Eu sei que ele faz bagunça pra chamar atenção, pra dizer: "Ei,estou aqui, eu existo".Mas eu não gosto de bater no meu filho na igreja, não acho correto.
Mas, hoje ele extrapolou.Meu marido estava na platafoma enquanto eu estava com a Lídia no colo e ele brincando de escorregar na escada que liga a igreja na galeria onde os jovens ficam.
Fiquei muito nervosa porque mesmo sendo uma igreja, existem irmãos que acham correto disciplinar os filhos na igreja. Mas eu tenho outro ponto de vista.
Se somos cristãos precisamos aprender a termos paciência em tudo.Isso é uma prova de que somos mordomos,exemplos a seguir.
Não gosto de criticar e nem falar do tratamento dos pais da igreja.
 A família é a instituição mais importante que Deus implantou na terra.Ele deu os nossos filhos para disciplínar-mos da melhor maneira possível.Cada pessoa sabe como instruir seus filhos, e eu sempre peço a Deus me dar sabedoria pra instruir meus filhos. Orar pelos filhos é uma coisa muito importante, porque o mundo tem o poder de domínio muito grande perante eles.E Deus deseja que sejamos bons pais.
As crianças de hoje, serão a igreja do amanhã e por isso não  podemos ser permissivos e sim justos com os pequenos.Estão aprendendo agora a viver  e não podemos deixar fazer tudo que vem em mente.Mostrar o que é correto.Só assim, poderão escolher o caminho certo a seguir.
Eu amo meus filhos, e não uma receita certa pra educá-los , mas Deus está no nosso leme pra ajudar-mos a seguir esse caminho.
Até mais,.....

Um comentário:

  1. Também acho que bater satisfaz mais a raiva de quem bate do que resulta em alguma disciplina.

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